sexta-feira, 12 de abril de 2013


Cristo está sempre presente

jc1Mas Eu vos digo a verdade: Convém-vos que Eu vá, porque, se Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, Eu for, Eu vo-Lo enviarei. João 16:7.
Cristo disse: “Convém-vos que Eu vá.” Ninguém teria então qualquer preferência em virtude de sua localização ou contato pessoal com Cristo. O Salvador seria acessível a todos igualmente, espiritualmente, e nesse sentido Ele estaria mais perto de nós do que se não tivesse ascendido às alturas. Agora todos podem ser igualmente favorecidos, contemplando-O e refletindo Seu caráter. Os olhos da fé O vêem sempre presente, em toda a Sua bondade, graça, paciência, cortesia, e amor — enfim, em todos os Seus atributos espirituais e divinos. E ao contemplá-Lo, somos transformados na Sua semelhança.
Cristo em breve virá nas nuvens do Céu, e precisamos estar preparados para encontrá-Lo, sem mácula ou ruga ou qualquer destas coisas. Devemos agora aceitar o convite de Cristo. Ele diz: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.” Mateus 11:28-29. As palavras de Cristo a Nicodemos são de valor prático para nós hoje: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de Eu te dizer: Importa-vos nascer de novo. O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito.” João 3:5-8.
O poder convertedor de Deus precisa estar em nosso coração. Devemos estudar a vida de Cristo e imitar o Modelo divino. Precisamos demorar-nos sobre a perfeição de Seu caráter, e ser transformados na Sua imagem. Ninguém jamais entrará no reino de Deus se a sua vontade não se tornar submissa à vontade de Cristo.
O Céu se acha livre de todo pecado, de toda corrupção e impureza; e se quisermos viver em sua atmosfera, se quisermos contemplar a glória de Cristo, precisamos ser puros de coração, e ter um caráter perfeito por meio de Sua graça e justiça. Não devemos envolver-nos com prazeres e divertimentos, mas aprontar-nos para habitar nas gloriosas mansões que Cristo nos foi preparar. Se formos fiéis, procurando fazer os outros felizes, e sendo pacientes em fazer o bem, Cristo nos coroará com glória, honra e imortalidade, por ocasião de Sua vinda.
Ellen G. White, Refletindo a Cristo, pág. 14.

sexta-feira, 5 de abril de 2013


Não basta conhecimento superficial

conhecer a Deus2Aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória. Colossences 1:27. {PC 5.1}
Há, na Palavra de Deus, muitos mistérios que não compreendemos, e muitos de nós nos satisfazemos de parar as buscas quando apenas principiamos a receber pequeno conhecimento a respeito de Cristo. Quando começa a haver pequeno desdobramento dos divinos desígnios à mente, e principiamos a obter leve conhecimento do caráter de Deus, ficamos satisfeitos, e pensamos que recebemos mais ou menos toda a luz que há para nós na Palavra de Deus. A verdade de Deus, porém, é infinita. Com penosos esforços, devemos trabalhar nas minas da verdade, descobrindo as jóias preciosas que estão ocultas. … Jesus pretendia dizer justamente o que Ele disse quando conduziu Seus discípulos a examinar as Escrituras. João 5:39. Examinar quer dizer comparar passagem com passagem, e coisas espirituais com coisas espirituais. Não nos devemos satisfazer com um conhecimento superficial.
Não avaliamos nem a metade daquilo que o Senhor está disposto a fazer por Seu povo. … Nossas petições, misturadas com fé e contrição, devem ascender a Deus rogando a compreensão dos mistérios que Ele desejaria dar a conhecer a Seus santos. A pena de um anjo não descreveria toda a glória do plano revelado da redenção. A Bíblia diz como Cristo carregou nossos pecados, e levou as nossas dores. Aí se revela como a misericórdia e a verdade se encontraram junto à cruz do Calvário, como a justiça e a paz se beijaram, como a justiça de Cristo pode ser comunicada ao homem caído. Ali manifestaram-se infinita sabedoria, infinita justiça, misericórdia e amor infinitos. Profundidades, alturas, comprimentos e larguras de amor e sabedoria, todo o inexcedível conhecimento são revelados no plano da salvação.
O Espírito de Deus repousará sobre o diligente pesquisador da verdade. Aquele que deseja de coração a verdade, que anela possuir a atuação do poder na vida e no caráter, certamente os há de ter. Diz o Salvador: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos.” Mateus 5:6.
Ellen G. White, Para Conhecê-lo, pág. 05.

sábado, 30 de março de 2013


Cristo provê a água viva


rios de água vivaNo último dia, o grande dia da festa, levantou-Se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. João 7:37-38.
O sacerdote havia, … realizado a cerimônia que comemorava o ferir da rocha no deserto. Essa rocha era um símbolo dAquele que, por Sua morte, havia de fazer com que brotassem vivas correntes de salvação para todos os sedentos. As palavras de Cristo eram a água da vida. Ali, em presença da reunida multidão, Ele Se pôs à tarde para ser ferido, a fim de que água da vida pudesse brotar para o mundo. Ferindo a Cristo, Satanás pensava destruir o Príncipe da vida; mas da ferida rocha correu água viva. Ao falar Jesus assim ao povo, o coração deste pulsou com estranho respeito, e muitos estavam dispostos a exclamar, como a mulher de Samaria: “Dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede.” João 4:15.
Jesus conhecia as necessidades da alma. Pompas, riquezas e honras não podem satisfazer o coração. “Se alguém tem sede, venha a Mim.” João 7:37. O rico, o pobre, o elevado, o humilde, são igualmente bem-vindos. Ele promete aliviar os espíritos preocupados, confortar os tristes e dar esperança aos acabrunhados. Muitos dos que ouviram a Jesus estavam a prantear desvanecidas esperanças, muitos nutriam algum desgosto oculto, muitos ainda procuravam satisfazer seus inquietos anseios com as coisas do mundo e o louvor dos homens; mas, obtido tudo, verificavam haver labutado para alcançar nada mais que uma cisterna rota, na qual se não podiam saciar. Por entre o brilho das festivas cenas, estavam descontentes e tristes. Aquele súbito brado: “Se alguém tem sede”, despertou-os de sua dolorosa meditação, e ao escutarem as palavras que se seguiram, seu espírito reviveu com nova esperança. O Espírito Santo apresentou-lhes o símbolo até que viram nele o oferecimento do inapreciável dom da salvação.
O brado de Cristo à alma sedenta ecoa ainda, e apela para nós com poder ainda maior do que aos que o ouviram no templo, naquele último dia da festa. A fonte está aberta para todos. Aos cansados e exaustos, oferecem-se os refrigerantes goles da vida eterna. Jesus clama ainda: “Se alguém tem sede, venha a Mim, e beba.” “Aquele, porém, que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.” Apocalipse 22:17. “Aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.” João 4:14.
Ellen G. White, Refletindo a Cristo, pág. 10.

sexta-feira, 22 de março de 2013


O mistério do pecado

pecado1Oculto na coluna de nuvens, Cristo deu direções acerca desse amor. Estabeleceu distinta e claramente os princípios do Céu como regras que Seu povo escolhido devia observar em seu trato uns com os outros. Esses princípios viveu Cristo em Sua vida na humanidade. Apresentou em Seus ensinos os motivos que devem governar a vida de Seus seguidores.
Os que partilham do amor de Deus mediante a recepção da verdade, darão testemunho disso fazendo diligentes e abnegados esforços para levar a outros a mensagem do amor de Deus. Tornam-se assim colaboradores de Cristo. O amor a Deus e uns aos outros, une-os com Cristo por cadeias de ouro. Sua vida está ligada com a dEle em santa e elevada união. … Esta união faz com que fluam continuamente abundantes correntes do amor de Cristo aos corações, daí fluindo em amor aos outros.
As qualidades essenciais a todos a fim de conhecerem a Deus, são as que assinalam a inteireza do caráter de Cristo — Seu amor, Sua paciência, abnegação. Esses atributos são cultivados pela prática de atos de bondade com benigno coração.
Ellen G. White, Para Conhecê-lo.
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