sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


A oração de uma criança

Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz. Isa. 43:18 e 19.
Frank Deford ficou devastado pela morte da sua filha Alexandra. A fibrose cística ceifara sua vida aos 8 anos de idade. Vários meses depois do enterro, o assunto de uma possível adoção veio à tona. Talvez os Deford pudessem adotar outra menina. Chris, o filho, achou que aquela era uma boa idéia. Mas Frank relutava. Certamente dar um lar para uma criança necessitada era uma boa coisa, mas Frank nem podia pensar em trazer uma estranha para ocupar o lugar de Alexandra. Não parecia justo. Ninguém nunca poderia substituí-la naquela casa.
Mas uma noite, a esposa de Frank fez uma observação: “Sabe, se quiséssemos ter um bebê, é pouco provável que o pudéssemos conseguir aqui nos Estados Unidos. Ele teria que vir de algum país distante.”
Sim, Frank entendia isto. Então sua esposa perguntou: “Lembra-se da oração de Alexandra?” Sim, Frank se lembrava. Sua filha sempre orava: “Deus, por favor, cuida do nosso país, e traga algumas pessoas necessitadas para o nosso país.”
Lágrimas brotaram dos olhos de Frank. Agora ele entendeu. Uma criança adotada não iria substituir Alexandra, mas seria a resposta para a oração dela. Em poucos meses, os Deford, com muita alegria, receberam em seu lar uma preciosa menina vinda das Filipinas. Agora, eles podiam seguir em frente e reconstruir a vida.
Podemos ficar presos na dor do passado, ou partir para novos começos. Novos começos não ignoram nem apagam o passado, mas nos levam para além da dor devastadora. O passado é um professor, mas não é nosso senhor. Alguém disse, com muita propriedade: “Você nunca poderá correr para frente olhando para trás.”
A cada manhã, Deus nos convida para um novo começo. Frank Deford e sua esposa começaram de novo. Sua filha adotiva não substituiu Alexandra, mas trouxe-lhes uma nova alegria. Eles descobriram que as misericórdias de Deus “não têm fim”, e que elas “renovam-se cada manhã”.
Podemos descobrir este Deus de novos começos em nossa vida também. Podemos libertar-nos dos nossos erros passados. Podemos começar outra vez. Que hoje seja o seu dia de um novo começo.
Pr. Mark Finley – Sobre a Rocha.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Cristo oferece a paz


Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27.
Pouco antes de Sua crucifixão, Cristo legou a Seus discípulos uma herança de paz. … Esta paz não é aquela que vem mediante conformação com o mundo. É mais uma paz interior, que paz externa. Exteriormente haverá guerras e combates, pela oposição de inimigos confessos, e frieza e suspeitas dos que pretendem ser amigos. A paz de Cristo não se destina a banir divisões, mas a persistir em meio de luta e divisão.
Se bem que Ele usasse o título de Príncipe da Paz, Cristo disse de Si mesmo: “Não cuideis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer paz, mas espada”. Mateus 10:34. … O Príncipe da Paz, era não obstante a causa de divisões.
Todos quantos recusam Seu infinito amor verão no cristianismo uma espada, um perturbador de sua paz.
Será impossível a quem quer que seja tornar-se verdadeiro seguidor de Jesus Cristo, sem se distinguir da multidão de incrédulos. Caso o mundo aceitasse Cristo, então não haveria espada ou dissensão; pois todos seriam discípulos de Jesus e viveriam em comunhão uns com os outros, e sua união não seria interrompida. Mas assim não é. Aqui e ali um indivíduo, membro de uma família, é fiel às convicções de sua consciência, e compelido a ficar sozinho. … Torna-se distinta a linha de demarcação. Uns se firmam na Palavra de Deus, os outros nas tradições e dizeres dos homens.
A paz dada por Cristo a Seus discípulos, e pela qual oramos, é a paz que nasce da verdade, uma paz que não deve ser extinta por causa de divisões. Externamente pode haver guerras e conflitos, ciúmes, invejas, ódios e contendas; mas a paz de Cristo não é aquela que o mundo dá ou arrebata.
Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 326.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012


Esperança para os pecadores perdidos

Jesus, respondendo, disse-lhes: Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento. Lucas 5:31, 32.
Os pecadores foram o objeto especial da missão de Cristo — pecadores de todas as raças e climas. … Todos Lhe são caros, porque são a aquisição de Seu sangue. As missões domésticas devem receber decidida atenção. Que se busque todo pecador nos limites de nossos lares e de nossa vizinhança. Façam-se esforços pessoais em seu favor. Com os casos que pareçam mais sem esperança deve ser trabalhado com o maior fervor, com fé, esperança e sincera oração.
Aqueles sobre os quais Satanás exerce seu poder mais decididamente são os que despertam a simpatia do grande e amoroso coração do Salvador. Ele sempre quer que aqueles que se acham reunidos no redil saiam ao deserto para buscar e salvar as ovelhas perdidas. Sente Ele o mais terno amor por aqueles que foram enredados pelo enganador poder de Satanás. E quando de fato as ovelhas perdidas são achadas por Jesus, que alegria e regozijo há em todo o Universo do Céu!
Ouve-se-Lhe a voz em acentos de ternura, súplica e amor! “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao Senhor, que Se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” Isaías 55:6, 7.
O homem mortal não pode ler o coração do semelhante, e é muitas vezes enganado por meras aparências exteriores. Aquele, porém, que sabe ler o coração dos homens como livro aberto, nunca julga mal. Sempre julga com justiça, e sabe que atmosfera circunda a todo ser. Sabe como são muitas e ferozes as lutas da pessoa para vencer as tendências hereditárias, naturais, e os pecados que se tornaram comuns devido ao hábito da repetição.
Diz o Senhor: Ele é Meu; Eu o comprei com agonia e sangue humanos. Por muito tempo suportei suas maneiras, sua conduta descortês e ingrata para comigo, entretanto Eu Me guardo de o cortar, esperando, mediante Meus cooperadores, levá-lo ao arrependimento, a fim de que o possa curar, e lavá-lo e purificá-lo em Meu sangue.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 339.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012


A paz é um dom


Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou. João 14:27.
Lorenzo Dow passou por um período de introspecção. Ele queria ter um relacionamento íntimo com Deus. Queria ser cheio do Espírito Santo. Finalmente, Deus o inspirou: “Creia na bênção, agora.” Isto é, “creia que você a recebeu”. Isto foi um marco na vida de Lorenzo. Ele disse: “Uma paz serena inundou minha alma.”
Antes, Lorenzo freqüentemente alternava êxtase com melancolia. Com freqüência, ficava desanimado. Mas agora, Lorenzo começou a experimentar o que ele chamou de “uma paz simples, doce e fluente, dia após dia, de modo que a prosperidade ou a adversidade não produziam altos e baixos como antes; mas a minha alma é semelhante ao oceano, enquanto o fundo permanece calmo.” Lorenzo Dow foi cheio do Espírito. E ele foi cheio com a qualidade da paz. Ele tornou-se um poderoso homem de Deus.
A paz não é um atributo conseguido por meio do nosso esforço. Não é um estado mental conseguido mediante um estado de meditação. A paz é um dom oferecido por Deus. Nós a recebemos pela fé. Quando abrimos nosso coração para o Espírito, o Espírito traz-nos paz.
As Escrituras chamam o Espírito Santo de Consolador. O Antigo Testamento usa a palavra paracleto. Significa “aquele que permanece ao lado”. Ele é aquele que nos sustenta, nos apóia, nos anima, nos incentiva e nos dá paz. A paz é um estado de serena confiança. É o resultado de confiar, de saber que alguém muito maior do que nós está no controle. Paz é o contrário de preocupação.
A preocupação projeta o pior cenário possível na tela da nossa mente. A paz confia que Deus vai operar para realizar o Seu bem em cada situação. O apóstolo Paulo declara: “Porque Ele é a nossa paz.” Efés. 2:14. Jesus é o “Príncipe da Paz”. Isa. 9:6. Recebendo-O, recebemos paz. E quando estamos em paz com Deus, não podemos ser infelizes (Testemunhos Para a Igreja, vol. 5, pág. 488).
O antigo hino diz isto muito bem: “Paz, paz, doce paz / Que descende lá do Senhor! / De Cristo sempre o conforto me traz / A doce calma do amor.” Ainda hoje, abra o seu coração para receber a Pomba da Paz celestial. Aceite o Seu dom da paz. Ele é seu; é só pedir.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


A compaixão de Cristo

Para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças. Mateus 8:17.
Nosso Senhor Jesus Cristo veio a este mundo como o infatigável servo das necessidades do homem. “Tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças” (Mateus 8:17), a fim de poder ajudar a todas as necessidades humanas. Veio para remover o fardo de doenças, misérias e pecados. Era sua missão restaurar inteiramente os homens; veio trazer-lhes saúde, paz e perfeição de caráter.
Várias eram as circunstâncias e necessidades dos que Lhe suplicavam o auxílio, e nenhum dos que a Ele se chegavam saía desatendido. DEle procedia uma corrente de poder restaurador, ficando os homens física, mental e moralmente sãos.
A obra do Salvador não estava restrita a qualquer tempo ou lugar. Sua compaixão desconhecia limites. Em tão larga escala realizara Sua obra de curar e ensinar; que não havia na Palestina edifício vasto bastante para comportar as multidões que se Lhe aglomeravam em torno. Nas verdes encostas da Galiléia, nas estradas, à beira-mar, nas sinagogas e em todo lugar a que os doentes Lhe podiam ser levados, aí se encontrava Seu hospital. Em cada cidade, cada vila por que passava, punha as mãos sobre os doentes, e os curava. Onde quer que houvesse corações prontos a receber-Lhe a mensagem, Ele os confortava com a certeza do amor de Seu Pai celestial. Todo o dia ajudava os que a Ele vinham; à tardinha atendia aos que tinham que labutar durante o dia pelo sustento da família.
Jesus carregava o terrível peso de responsabilidade da salvação dos homens. Sabia que, a menos que houvesse da parte da raça humana, decidida mudança de princípios e desígnios, tudo estaria perdido. Esse era o fardo de Sua alma, e ninguém podia avaliar o peso que sobre Ele repousava. Através da infância, juventude e varonilidade, andou sozinho.
Dia a dia enfrentava provas e tentações; dia a dia era posto em contato com o mal, e testemunhava o poder do mesmo sobre aqueles a quem buscava abençoar e salvar. Não obstante, não vacilava nem ficava desanimado.
Era sempre paciente e bem-humorado, e os aflitos O saudavam como a um mensageiro de vida e paz. Via as necessidades de homens e mulheres, crianças e jovens, e a todos dirigia o convite: “Vinde a Mim.” Mateus 11:28.
Ao passar por vilas e cidades, era como uma corrente vivificadora, difundindo vida e alegria.
Ellen G. White, Cuidado de Deus, pág. 315.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Mais - André e Tiago Arrais


Jesus vê os que são bons


Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. Apoc. 3:4.
O verso de hoje traz uma palavra de ânimo às pessoas de Sardes.. Mesmo em um grupo que parece morto, Jesus pode ver pessoas que estão de pé. “Não contaminaram as suas vestiduras” foi uma maneira de dizer que elas não condescenderam nem desistiram da fé.
Jesus focalizou-Se nessas pessoas boas. E, então, prometeu grandes coisas para todos os que a Ele se juntassem. Jesus queria confessar seus nomes, dizer coisas boas sobre eles diante do Pai celestial. Este é o plano do Grande Médico. Ele promete criar uma maravilhosa comunidade com aqueles poucos que permanecerem de pé. Ele é o Deus dos novos começos.
Deus criou um novo começo em um ponto crucial da história. A igreja de Sardes também representa a igreja durante a Reforma. Passaram-se séculos após séculos e a verdade de Deus foi reprimida, homens e mulheres de Deus apresentaram-se para defender Sua causa. A verdade, havia muito perdida de vista, voltaria a brilhar outra vez. Deus ergueu-Se pelos reformadores. Os valdenses copiaram a Bíblia a mão. De seus esconderijos nas montanhas do norte da Itália e sul da França, eles enviaram rapazes e moças por toda a Europa para falarem da Palavra de Deus. Na Boêmia, João Huss, junto com seu amigo Jerônimo, fez da obediência a Deus o seu lema. O reformador alemão Martinho Lutero recuperou a verdade da “salvação somente pela graça”. João e Carlos Wesley iniciaram um poderoso reavivamento na Inglaterra, enfatizando a santidade e o crescimento na graça.
O período de Sardes da reforma, nos anos 1500 e 1600, trouxe à baila muitas verdades bíblicas negligenciadas. Importantes doutrinas como o batismo por imersão, a segunda vinda de Cristo e a obediência à lei de Deus foram abraçadas por cristãos em todos os lugares.
Deus soprou nova vida sobre Sua igreja, e ela viveu. Ele pode fazer o mesmo por você. Sua vida espiritual se desvaneceu? Permita que Deus faça Sua obra maravilhosa em você ainda hoje. Ele trará uma nova vibração à sua experiência cristã. Ele assim fez para um grupo de crentes fiéis em Sardes, e o fará para você.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012


A luz da verdade ainda resplandece


Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos Céus. Mat. 5:16.
Izmir é a terceira maior cidade da Turquia. Somente Istambul e Ancara, a capital, são maiores. Esta é a localidade da Esmirna bíblica.
Numa tarde de sexta-feira, eu jantava no hotel em que nos hospedáramos, em Izmir, preparando-me para um sábado tranqüilo. Foi ali que o nosso guia turco, adventista, Melek Jones, apresentou-me a um turco robusto e animado.
Erkin foi criado como muçulmano, assim como sua esposa. Eles se conheceram enquanto estudavam na Universidade de Istambul. Depois de formarem-se, decidiram ampliar seus horizontes imigrando para os Estados Unidos. Morando na América, eles notaram que havia um grande número de igrejas cristãs ali. Eles assistiam regularmente a alguns programas cristãos no rádio e na televisão.
Naquela época, eles pouco sabiam sobre o cristianismo. A Bíblia era um livro estranho. Jesus era um professor judeu desconhecido. Quase que por curiosidade, começaram a ler a Bíblia. Algo em seu interior os compelia a considerar as coisas que Cristo falou. A suave voz do Espírito levou-os a estudar mais. Erkin incentivou sua esposa a averiguar onde ela poderia aprender mais sobre as verdades bíblicas que eles vinham descobrindo. Ela pediu mais informações para uma de suas colegas de profissão, que era cristã. Essa colega era uma adventista do sétimo dia. A igreja adventista de Vienna, no Estado da Virgínia, estava oferecendo uma série de reuniões evangelísticas via satélite, conhecida como a NET 95, na qual eu era o orador.
A esposa de Erkin assistiu fielmente a toda a série. Ela compartilhou sua nova fé com seu esposo e, juntos, eles estudaram as Escrituras com o pastor da igreja de Vienna por quase um ano. Sentindo o chamado de Cristo, ambos foram batizados. Uma alegria nova inundou a vida deles. Eles passaram a ter o desejo de falar de sua fé para seus amigos muçulmanos. Através de uma série de providências milagrosas, Deus os levou de volta para a Turquia – exatamente para Izmir, a antiga Esmirna, a cidade natal da esposa de Erkin. Hoje, eles são testemunhas poderosas por Deus porque Ele contempla o sincero de coração.
Pr. Mark Finley 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

  Batismo da nossa querida amiga e irmão Vanderleia na Igreja Adventista do 7° Dia Esplanada.Que vai acontecer neste Sábado 01/09/2012 as 19:00 min.                                             
                                                                                                                Contamos com a sua presença.
                                                                 

sábado, 4 de agosto de 2012


Senhor de tudo


Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é. I João 3:2.
Em 1739, a cidade de Kingswood, Inglaterra, foi considerada um deserto religioso. Respeitáveis clérigos haviam quase desistido daquele lugar. Era uma cidade de mineiros, homens que passavam as horas do dia debaixo da terra, endurecidos pela pobreza e ignorância.
Um dia, porém, um homem levantou-se na praça de Kingswood e começou a falar para cerca de 200 daqueles homens. Seu nome era João Wesley. As igrejas estabelecidas haviam fechado suas portas para ele. Ele podia pregar apenas ao ar livre.
Os mineiros começaram a ouvir. Algo na proclamação do evangelho por João Wesley penetrava em décadas de privações. Lágrimas corriam por aqueles rostos enegrecidos.
Um número cada vez maior de mineiros e suas famílias se reuniam. Em pouco tempo, 10.000 deles se apinhavam no gramado da praça. Uma revolução espiritual começara na Inglaterra.
A revolução espiritual de João Wesley foi um dos movimentos mais notáveis na história da igreja cristã. Mas existe algo que talvez você não saiba sobre ele. João Wesley pregava com uma urgência premente porque acreditava que a vinda do Senhor estava próxima. Sendo um ardoroso estudante das profecias de Daniel e Apocalipse, Wesley pregava a mensagem do arrependimento. Ele chamava o povo à santidade. Baseado em sua crença na volta de Cristo, ele apelava por total consagração.
A mensagem da breve volta de nosso Senhor não é apenas uma mensagem de esperança; é um chamado à santidade. É um apelo incisivo para que Deus faça uma obra de profundidade em nosso coração. A mensagem do segundo advento nos conclama a render-nos inteiramente a Cristo como nosso Senhor. Como um escritor disse de modo tão hábil: “Se Ele não reinar como o Senhor de tudo, Ele não reinará como Senhor de nada.” O Salvador que morreu por nós deseja ser o Senhor dentro de nós.

sábado, 14 de julho de 2012

Adiantando a eternidade

    E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor. Isa. 66:23.
    O jogador de golfe profissional Harvey Penick escreveu um livro que se tornou um verdadeiro sucesso, com mais de um milhão de cópias vendidas. Ele certamente não o escreveu pelo dinheiro. Na década de 20, Penick comprou um caderno espiral vermelho e começou a rabiscar suas observações pessoais a respeito do golfe. Por quase 70 anos, ele não mostrou o caderno para ninguém, além do seu filho. Em 1991, Penick apresentou-o para um escritor local e perguntou se ele achava que compensava publicá-lo. O maravilhado escritor contatou uma gigantesca editora e, na noite seguinte, os editores concordaram com um adiantamento de 90.000 dólares.
     O feliz escritor passou a notícia para a esposa de Penick. Quando o escritor viu Penick naquela noite, o velho homem parecia perturbado. Com todas suas contas médicas, disse Penick, não havia como fazer o adiantamento da quantia exigida pela editora para publicar o seu livro. O escritor teve que explicar que era Penick quem receberia o dinheiro.
    Com o sábado, Deus nos deu um “adiantamento” de eternidade. A cada sábado, o Céu toca a Terra. Como disse de forma tão habilidosa o autor judeu Abraham Heschel, o sábado é um “palácio no tempo”. O sábado nos chama das coisas temporais para as coisas eternas. Ele nos chama para entrar em Seu descanso celestial, para termos um antegozo do Céu, hoje. Ele nos chama para um relacionamento com nosso Criador, o qual continuará através da eternidade. Há muito mais por vir, mas, no sábado, temos a primeira prestação.
    Será possível que, na correria da vida, estejamos tão exaustos no sábado para renovar nossa relação com Deus? Será possível que, no estresse da vida, o sábado seja um dia de culto superficial, em vez de íntima comunhão?
    Deus deseja que vejamos uma nova profundidade no significado de sábado. Ele almeja que experimentemos um genuíno reavivamento em nosso coração. Você pode escutar Sua voz falando-lhe ao coração?

 

sábado, 30 de junho de 2012


 
O último convite Divino
                                  
“Vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a Terra foi iluminada com a sua glória. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda, e aborrecível.” “E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” Apocalipse 18:1, 2, 4.
Esta passagem indica um tempo em que o anúncio da queda de Babilônia, conforme foi feito pelo segundo anjo do Capítulo 14 do Apocalipse, deve repetir-se com a menção adicional das corrupções que têm estado a se introduzir nas várias organizações que constituem Babilônia, desde que esta mensagem foi pela primeira vez proclamada, no verão de 1844. Descreve-se aqui uma terrível condição do mundo religioso. A cada rejeição da verdade o espírito do povo se tornará mais entenebrecido, mais obstinado o coração, até que fique entrincheirado em audaciosa incredulidade. Em desafio às advertências que Deus deu, continuarão a calcar a pés um dos preceitos do decálogo, até que sejam levados a perseguir os que o têm como sagrado. Cristo é desprezado com o desdém que se lança à Sua Palavra e a Seu povo. Sendo os ensinos do espiritismo aceitos pelas igrejas, removem-se as restrições impostas ao coração carnal, e o professar religião se tornará um manto para ocultar a mais vil iniqüidade. A crença nas manifestações espiritualistas abre a porta aos espíritos enganadores e doutrinas de demônios, e assim a influência dos anjos maus será sentida nas igrejas.
A respeito de Babilônia, no tempo referido nesta profecia, declara-se: “Os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus Se lembrou das iniqüidades dela.” Apocalipse 18:5. Encheu a medida de sua culpa, e a destruição está a ponto de cair sobre ela. Mas Deus ainda tem um povo em Babilônia; e, antes de sobrevirem Seus juízos, esses fiéis devem ser chamados a sair, para que não sejam participantes dos seus pecados e não incorram nas suas pragas. Esta a razão de ser o movimento simbolizado pelo anjo descendo do Céu, iluminando a Terra com sua glória, e clamando fortemente com grande voz, anunciando os pecados de Babilônia. Em relação com a sua mensagem ouve-se a chamada: “Sai dela, povo Meu.” Estes anúncios, unindo-se à mensagem do terceiro anjo, constituem a advertência final a ser dada aos habitantes da Terra.
Terrível é a crise para a qual caminha o mundo. Os poderes da Terra, unindo-se para combater os mandamentos de Deus, decretarão que todos, “pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos” (Apocalipse 13:16), se conformem aos costumes da igreja, pela observância do falso sábado. Todos os que se recusarem a conformar-se serão castigados pelas leis civis, e declarar-se-á finalmente serem merecedores de morte. Por outro lado, a lei de Deus que ordena o dia de descanso do Criador, exige obediência, e ameaça com a ira divina todos os que transgridem os seus preceitos.
Esclarecido assim o assunto, quem quer que pise a lei de Deus para obedecer a uma ordenança humana, recebe o sinal da besta; aceita o sinal de submissão ao poder a que prefere obedecer em vez de Deus. A advertência do Céu é: “Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da Sua ira.” Apocalipse 14:9, 10.
Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá esclarecimento bastante para fazer inteligentemente a sua decisão.
O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem. Ao passo que a observância do sábado espúrio em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, é a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus.
Até aqui, os que apresentavam as verdades da mensagem do terceiro anjo foram muitas vezes considerados como simples alarmistas. Suas predições de que a intolerância religiosa alcançaria predomínio nos Estados Unidos, de que a Igreja e o Estado se uniriam para perseguir os que guardam os mandamentos de Deus, foram declaradas sem fundamento e absurdas. Afirmou-se confiantemente que esse país jamais se poderia tornar outro que não o que tem sido: defensor da liberdade religiosa. Mas, ao ser a questão da obrigatoriedade da observância do domingo amplamente agitada, vê-se aproximar o fato há tanto tempo duvidado e descrido, e a terceira mensagem produzirá um efeito que antes não seria possível produzir.
Em todas as gerações Deus tem enviado Seus servos para repreender o pecado, tanto no mundo como na igreja. Mas o povo deseja que se lhes falem coisas agradáveis, e a verdade clara e pura não é aceita. Muitos reformadores, ao iniciarem seu trabalho, decidiram-se a exercer grande prudência ao atacar os pecados da igreja e da nação. Esperavam, pelo exemplo de uma vida cristã pura, fazer voltar o povo às doutrinas da Bíblia. Mas o Espírito de Deus veio sobre eles, assim como viera sobre Elias, impelindo-o a repreender os pecados de um rei ímpio e de um povo apóstata; não podiam conter-se de pregar as claras afirmações da Escritura Sagrada — doutrinas que tinham sido relutantes em apresentar. Sentiam-se forçados a declarar zelosamente a verdade e o perigo que ameaçava as almas. As palavras que o Senhor lhes dava, eles as falavam, sem temer as conseqüências, e o povo era constrangido a ouvir a advertência.
Assim será proclamada a mensagem do terceiro anjo. Ao chegar o tempo para que ela seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos, dirigindo a mente dos que se consagram ao Seu serviço. Os obreiros serão antes qualificados pela unção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino. Homens de fé e oração serão constrangidos a sair com zelo santo, declarando as palavras que Deus lhes dá. Os pecados de Babilônia serão revelados. Os terríveis resultados da imposição das observâncias da igreja pela autoridade civil, as incursões do espiritismo, os furtivos mas rápidos progressos do poder papal — tudo será desmascarado. Por meio destes solenes avisos o povo será comovido. Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão. Com espanto ouvirão o testemunho de que Babilônia é a igreja, caída por causa de seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade, enviada do Céu a ela. Ao ir o povo a seus antigos ensinadores, com a ávida pergunta — São estas coisas assim? — os ministros apresentam fábulas, profetizam coisas agradáveis, para acalmar-lhes os temores, e silenciar a consciência despertada. Mas, visto que muitos se recusarão a satisfazer-se com a mera autoridade dos homens, pedindo um claro — “Assim diz o Senhor” — o ministério popular, semelhante aos fariseus da antiguidade, cheio de ira por ser posta em dúvida a sua autoridade, denunciará a mensagem como sendo de Satanás, e agitará as multidões amantes do pecado para ultrajar e perseguir os que a proclamam.
Estendendo-se a controvérsia a novos campos, e sendo a atenção do povo chamada para a lei de Deus calcada a pés, Satanás entrará em ação. O poder que acompanha a mensagem apenas enfurecerá os que a ela se opõem. O clero empregará esforços quase sobre-humanos para excluir a luz, receoso de que ilumine seus rebanhos. Por todos os meios ao seu alcance esforçar-se-á por evitar todo estudo destes assuntos vitais. A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão romanistas e protestantes. Ao tornar-se o movimento em prol da imposição do domingo mais audaz e decidido, invocar-se-á a lei contra os observadores dos mandamentos. Serão ameaçados com multas e prisão, e a alguns se oferecerão posições de influência e outras recompensas e vantagens, como engodo para renunciarem a sua fé. Mas sua perseverante resposta será: “Mostrai-nos pela Palavra de Deus o nosso erro” — a mesma que foi apresentada por Lutero sob idênticas circunstâncias. Os que forem citados perante os tribunais, defenderão corajosamente a verdade, e alguns que os ouvirem serão levados a decidir-se a guardar todos os mandamentos de Deus. Assim a luz chegará a milhares que de outra maneira nada saberiam destas verdades.
A conscienciosa obediência à Palavra de Deus será considerada rebeldia. Cegado por Satanás, o pai exercerá aspereza e severidade para com o filho crente; o patrão ou patroa oprimirá o empregado que observe os mandamentos. A afeição será alienada; filhos serão deserdados e expulsos do lar. Cumprir-se-ão literalmente as palavras de Paulo: “Todos os que piamente quiserem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” 2 Timóteo 3:12. Como os defensores da verdade se recusem a honrar o descanso dominical, alguns deles serão lançados na prisão, exilados, e outros tratados como escravos. Para a sabedoria humana, tudo isto parece agora impossível: mas, ao ser retirado dos homens o Espírito de Deus, o qual tem o poder de reprimi-los, e ao ficarem eles sob o governo de Satanás, que odeia os preceitos divinos, hão de acontecer coisas estranhas. Quando o temor e o amor de Deus são removidos, o coração pode tornar-se muito cruel.
Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles.
Neste tempo de perseguição provar-se-á a fé dos servos do Senhor. Deram fielmente a advertência, seguindo tão-somente a Deus e Sua Palavra. O Espírito divino, atuando em seu coração, constrangeu-os a falar. Estimulados por um santo zelo e forte impulso divino, cumprem seu dever, sem deter-se para calcular as conseqüências de falar ao povo a Palavra que o Senhor lhes dera. Não consultaram seus interesses temporais, tampouco procuraram defender sua reputação ou vida. Todavia, quando a tempestade da oposição e vitupério irromper sobre eles, alguns, vencidos pela consternação, estarão prontos para exclamar: “Se tivéssemos previsto as conseqüências de nossas palavras, teríamos guardado silêncio.” Acham-se cercados de dificuldades. Satanás os assalta com cruéis tentações. A obra que empreenderam parece muito além de sua habilidade para levarem a termo. Estão quase a sucumbir. Foi-se o entusiasmo que os animava; contudo, não podem voltar. Então, sentindo o seu completo desamparo, se refugiam nAquele que é poderoso, em busca de auxílio. Lembram-se de que as palavras que falaram não eram suas, mas dAquele que os mandou dar a advertência. Deus lhes pôs a verdade no coração, e não poderiam eximir-se de proclamá-la.
As mesmas provações foram experimentadas por homens de Deus nos séculos passados. Wycliffe, Huss, Lutero, Tyndale, Baxter, Wesley, insistiam em que todas as doutrinas fossem submetidas à prova da Bíblia, declarando que renunciariam a tudo que esta condenasse. Contra esses homens desencadeou-se a perseguição com fúria implacável; não cessaram todavia de declarar a verdade. Cada um dos diferentes períodos da história da igreja se tem distinguido pelo desenvolvimento de alguma verdade especial, adaptada às necessidades do povo de Deus naquele tempo. Toda nova verdade teve de enfrentar o ódio e a oposição; os que foram beneficiados por sua luz, sofreram tentações e provações. O Senhor dá ao povo uma verdade especial quando este se encontra em situação difícil. Quem ousa recusar-se a publicá-la? Ele ordena a Seus servos que apresentem o último convite de misericórdia ao mundo. Eles não podem permanecer silenciosos; a não ser com perigo de sua alma. Os embaixadores de Cristo nada têm que ver com as conseqüências. Devem cumprir seu dever e deixar os resultados com Deus.
Assumindo a oposição caráter mais violento, os servos de Deus de novo ficam perplexos; pois lhes parece que eles motivaram a crise. Mas a consciência e a Palavra de Deus lhes asseguram que sua conduta é correta; e, conquanto continuem as provações, são fortalecidos para suportá-las. A luta se torna mais renhida e acirrada, mas a sua fé e coragem aumentam com o perigo. Seu testemunho é: “Não ousamos tentar alterações na Palavra de Deus, dividindo a Sua santa lei, dizendo ser essencial uma parte, e outra não, com o fito de alcançar o favor do mundo. O Senhor a quem servimos é capaz de nos livrar. Cristo venceu os poderes da Terra: arrecear-nos-emos de um mundo já vencido?”
A perseguição em suas várias modalidades é o desenvolvimento de um princípio que subsistirá enquanto existir Satanás e tiver o cristianismo poder vital. Ninguém poderá servir a Deus sem atrair contra si a oposição das hostes das trevas. Anjos maus o assaltarão, alarmados de que a sua influência lhes esteja arrebatando a presa. Homens maus, reprovados pelo seu exemplo, unir-se-ão àqueles, procurando separar de Deus tal pessoa, por meio de sedutoras tentações. Quando estas não surtem o efeito esperado, recorre-se ao poder compulsório para forçar a consciência.
Mas, enquanto Jesus permanece como intercessor do homem no santuário celestial, a influência repressora do Espírito Santo é sentida pelos governantes e pelo povo. Essa influência governa, ainda, até certo ponto, as leis do país. Não fossem estas, e a condição do mundo seria muito pior do que ora é. Conquanto muitos de nossos legisladores sejam ativos agentes de Satanás, Deus também tem os Seus instrumentos entre os principais homens da nação. O inimigo incita seus servos a que proponham medidas que estorvariam grandemente a obra de Deus; mas estadistas que temem o Senhor são influenciados por santos anjos para que se oponham a essas propostas, com argumentos irretorquíveis. Assim, um pequeno grupo de homens sustará poderosa corrente de males. A oposição dos inimigos da verdade será restringida a fim de que a mensagem do terceiro anjo possa efetuar a sua obra. Quando for dada a advertência final, prenderá a atenção das pessoas influentes por meio de quem o Senhor está agora a operar, e algumas delas a aceitarão, e manter-se-ão com o povo de Deus durante o tempo de angústia.
O anjo que se une na proclamação da mensagem do terceiro anjo, deve iluminar a Terra toda com a sua glória. Prediz-se com isto uma obra de extensão mundial e de extraordinário poder. O movimento adventista de 1840 a 1844 foi uma manifestação gloriosa do poder de Deus; a mensagem do primeiro anjo foi levada a todos os postos missionários do mundo, e nalguns países houve o maior interesse religioso que se tem testemunhado em qualquer nação desde a Reforma do século XVI; mas isto deve ser superado pelo poderoso movimento sob a última advertência do terceiro anjo.
Esta obra será semelhante à do dia de Pentecoste. Assim como a “chuva temporã” foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início do evangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a “chuva serôdia” será dada em seu final para o amadurecimento da seara. “Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor; como a alva será a Sua saída; e Ele a nós virá como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra.” Oséias 6:3. “E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no Senhor vosso Deus, porque Ele vos dará ensinador de justiça, e fará descer a chuva, a temporã e a serôdia.” Joel 2:23. “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do Meu Espírito derramarei sobre toda a carne.” “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” Atos 2:17, 21.
A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início. As profecias que se cumpriram no derramamento da chuva temporã no início do evangelho, devem novamente cumprir-se na chuva serôdia, no final do mesmo. Eis aí “os tempos do refrigério” que o apóstolo Pedro esperava quando disse: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor, e envie Ele a Jesus Cristo.” Atos 3:19, 20.
Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. Satanás também opera com prodígios de mentira, fazendo mesmo descer fogo do céu, à vista dos homens. Apocalipse 13:13. Assim os habitantes da Terra serão levados a decidir-se.
A mensagem há de ser levada não tanto por argumentos como pela convicção profunda do Espírito de Deus. Os argumentos foram apresentados. A semente foi semeada e agora brotará e frutificará. As publicações distribuídas pelos missionários têm exercido sua influência; todavia, muitos que ficaram impressionados, foram impedidos de compreender completamente a verdade, ou de lhe prestar obediência. Agora os raios de luz penetram por toda parte, a verdade é vista em sua clareza, e os leais filhos de Deus cortam os liames que os têm retido. Laços de família, relações na igreja, são impotentes para os deter agora. A verdade é mais preciosa do que tudo mais. Apesar das forças arregimentadas contra a verdade, grande número se coloca ao lado do Senhor.

sexta-feira, 22 de junho de 2012






SL.27:14 Espera no Senhor,anima-te,e ele fortalecerá o teu coração;espera,pois,no Senhor.Não se precipite,não desespere,ha um Deus no céu que tem todo poder.IS.64:4 Porque desde a antiguidade não se ouvi,nem com ouvidos se percebeu,nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera.Deus está trabalhando para te dar vitória.IS.40:31 Mas os que espera no Senhor renovarão as forças,subirãp com asas como águias:correrão,e não se cansarão:caminharão,e não se fatigaçao..  

sábado, 16 de junho de 2012

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O que a Bíblia diz sobre o amor?




Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
O amor de Deus dura para sempre. A Bíblia diz em Salmos 136:1 “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.”
Como a Bíblia descreve o amor? A Bíblia diz em 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
A Bíblia diz que devemos amar-nos uns aos outros. A Bíblia diz em 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.
O amor não é só para amigos. A Bíblia diz em Mateus 5:43, 44 “Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.”
O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Podemos mostrar o nosso amor a Deus guardando os Seus mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.”
Não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça. A Bíblia diz em Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”

domingo, 10 de junho de 2012

“Pare de se afogar!”

“Pare de se afogar!”



Provavelmente, você já ouviu aquela história do filósofo grego (Aristóteles, Platão ou algum outro dessa turma) que deu uma lição meio “radical” pra um discípulo que perguntou sobre sabedoria. Só pra relembrar, a história conta que o discípulo de um desses filósofos chegou pra ele e perguntou:
-Mestre, como eu faço pra ser sábio?
Aí, o filósofo pediu pro garoto acompanhá-lo até a praia e começou a afogar o rapaz. “Locão”, você pensa. Essa é a história de um filósofo ou de um maníaco? Calma, que é aí que vem o “pulo do gato”, como diria algum velhinho esperto. O tal filósofo, depois de quase matar o garoto afogado, parou de tentar o “assassinato” e perguntou pro rapaz ofegante:
-O que é que você mais queria, enquanto eu tentava afogá-lo?
-Res-pi-rar… É óbvio! - falou o rapaz ofegante, querendo, na verdade, afogar o mestre como vingança.
Então, o mestre respondeu:
-Pra ser sábio, procure o conhecimento sempre com a mesma vontade que você queria respirar, enquanto estava sendo afogado.
Bom, saindo da Grécia e voltando pro sofá da sua casa (ou pra cama que você está “largado”, enquanto lê esse texto), eu lhe pergunto: o que isso tem a ver com a sua vida espiritual e com o ato de testemunhar de Cristo? Tudo!
Primeiro: Deus é a fonte da sua vida. É Ele quem lhe deu o “sopro da vida”. E, se você quer continuar a viver plenamente, com o pulmão cheio de vida, você precisa buscar esse “ar divino” todos os dias, horas, minutos e segundos. Ou vai me dizer que você consegue ficar 5 minutos sem respirar, “na boa”?
Segundo: Por que é que você assopra? “Como assim”, você me pergunta. “Eu assopro, sei lá, porque tá calor ou porque a comida tá muito quente. Ou porque alguém se afogou e eu precisei fazer respiração boca a boca”, poderia ser outra resposta. E é aí, nessa última parte da resposta, que eu termino a minha reflexão. As pessoas por aí estão se afogando no trabalho em excesso, nos problemas dentro de casa, numa vida cheia de emoção, mas sem nenhum sentimento de satisfação completa, entre outros infinitos problemas. Elas precisam parar de se afogar e receber a “respiração boca a boca” do evangelho, da mensagem de esperança e salvação. Aí eu lhe pergunto: você pode  assoprar, se não tiver o ar da vida, que só pode vir de Deus?
A resposta é simples: você só pode compartilhar o amor de Deus e a mensagem de que existe vida plena nEle, se você tem vivido isso “a plenos pulmões”. Só assim você vai poder soprar vida a quem quer que seja.
Já que o tema é evangelismo e a reflexão foi sobre “respirar o ar que vem de Deus”, aí vão dois vídeos interessantes pra você refletir. O primeiro é a música do cantor gospel mexicano Jesus Adrian Romero. O nome dela é “El Aire de Tu Casa”. Ou seja: “O Ar da Sua Casa”. Ela fala exatamente disso que eu acabei de escrever: da vontade que nós temos que ter de respirar o sopro de vida que só vem de Deus. O coro da música diz: “Quero estar tão perto que eu possa te respirar. E o pulsar do teu coração eu possa escutar. Quero estar tão perto que eu possa te tocar. E a tua pureza eu possa imitar.”
      André Leite

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A Vida É...


Uma Carta Celestial

“Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, porque os homens serão mais amantes de si mesmos do que amantes de Deus.” 
Por meio de Sua mensageira, Deus havia dito:
"É certo que tem havido entre nós um afastamento do Deus vivo, e um voltar-se para os homens, pondo a sabedoria humana em lugar da divina..
Deus despertará Seu povo; se outros meios falharem, introduzir-se-ão entre eles heresias, as quais os hão de peneirar, separando a palha do trigo." Obreiros Evangélicos, 299 (de 1885)
Deus já havia visto que o Seu professo povo adventista estava se afastando dEle, e em 1885 deu à Ellen G. White o testemunho acima, mostrando qual era o Seu propósito. Deus permitiu então que os adventistas passassem a adorar um deus que Ele não revelou em Sua Palavra - Espírito Santo - um deus falso, Baal moderno, a partir de 1931, pois era Seu propósito permitir que fossem introduzidas heresias (doutrinas falsas como a trindade e outras), na igreja, para que, em tempo oportuno, separasse a palha do trigo. Como afirma a Escritura:
"É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não derem crédito à verdade, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça." II Tessalonicenses 2:11, 12
No ano de 2001, a mensagem contra a doutrina falsa da "trindade" ganhou força proveniente do alto. Deus, passando por alto os que julgavam-se sábios demais para poderem ser instruídos por Ele como crianças, e os que não quereriam confessar a verdade com medo de serem expulsos da sinagoga, entregou a verdade para instrumentos humanos humildes, que podiam ser usados por Ele sem desejar sobrepor a sabedoria humana à verdade revelada de Sua Palavra. Despertou-lhes o espírito para o estudo das Escrituras, e por meio deste mostrou-lhes que
"a vida eterna é esta: que te conheçam a Ti, como único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" João 17:5.
Desde então, tem Deus conduzido a todos os que desejam pesquisar as Escrituras e sinceramente conhecer a verdade a fim de obedecê-la, independentemente das conseqüências a perceber e aceitar esta mesma verdade, abandonando a crença na doutrina falsa da "trindade". Assim, autorizou Seus humildes instrumentos a dizer: "Se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo." João 7:17. Deus tem provido e proverá amplos meios para que cada adventista que realmente tenha desejo de conhecer a verdade, possa ser por Ele conduzido a ela. Ninguém precisa ser enganado pela operação do erro, a doutrina falsa. Se você possui dúvidas sobre qual é a verdade quanto a este ponto, e "necessita de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida." Tiago 1:5. Não há então qualquer desculpa para você, leitor deste artigo, não ser conduzido por Deus ao conhecimento da verdade sobre este tema.
"O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más." João 3:19
Esta sacudidura que está ocorrendo hoje no meio adventista, está sendo o meio proporcionado por Deus para separar aqueles que atendem ao espírito de Cristo daqueles que são movidos pelo espírito de Satanás. Os que pregam contra a "trindade" estão sendo excluídos das igrejas, e aqueles que os excluem julgam estar fazendo a obra de Deus, tirando os que supõem ser "hereges dissidentes", ou "joio" da igreja. Em alguns casos, têm até mesmo ameaçado recorrer ao poder civil - polícia e judiciário, para garantir que os anti-trinitarianos não adentrem a igreja. Como Deus analisa esta questão? O Seu testemunho nos mostra:
"O Redentor não quer perder uma única pessoa. Sua experiência com Judas é relatada para mostrar Sua longanimidade com a corrompida natureza humana; e nos ordena sermos pacientes como Ele o foi. Disse que até ao fim do tempo haveria falsos irmãos na igreja.
Apesar da advertência de Cristo, têm os homens procurado arrancar o joio. Para punir os que foram considerados malfeitores, tem a igreja recorrido ao poder civil.. Os que divergiram das doutrinas dominantes foram encarcerados, martirizados e mortos por instigação de homens que pretendiam agir sob a sanção de Cristo. Mas atos tais são inspirados pelo espírito de Satanás, não pelo Espírito de Cristo. Esse é o método peculiar de Satanás de submeter o mundo a seu domínio. Por esta maneira de proceder com os supostos hereges, Deus tem sido mal representado pela igreja." Parábolas de Jesus, 73, 74
Deus nos revela que aqueles que têm excluído os irmãos cujo "pecado" tem sido estudar a Bíblia e não se conformar com um "assim diz a Igreja", ou "esta é a posição da Igreja" para aceitar a doutrina da "trindade", estão fazendo uma obra que Ele não lhes designou. É Deus quem separa o joio. Em realidade já o está separando, porque os perseguidores, ao excluírem e perseguirem seus irmãos, mostram ao mundo e aos anjos, por suas obras, qual é o espírito que os move a ação.
“Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve” Malaquias 3:18
Deus pode então ser justificado diante seres que criou, ao julgá-los por Suas obras. “Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma! Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo o homem, segundo está escrito: Para seres justificado nas Tuas palavras e venhas a vencer quando fores julgado.” Romanos 3:3, 4
Por isso, Deus nos aos que crêem na verdade, e por isso rejeitam a doutrina da “trindade”: "Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando.
Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem; mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?" I Pedro 4:12-17
"O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más." João 3:19
"Temei a Deus e dai-Lhe glória", irmãos adventistas, "porque é chegada a hora do Seu juízo" (Apoc. 14:7). Era desígnio de Deus que a apostasia fosse introduzida no meio adventista antes de se iniciar o juízo dos vivos, que começará pela casa de Deus - o professo povo adventista - membros nominais e leigos excluídos. 
Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo revelou ao profeta João, em Sua Palavra, quem é digno de ser adorado: “Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo:  Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.” Apocalipse 5:13
“Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.” João 3:36
Paz a todos vós que vos achais em Cristo.
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